Receitas de inverno

Pra quem ja viu sai video com receitinhas MARAAA de inverno, e como prometido aqui estão os ingredientes


CAPPUCCINO
250 g de leite em po 250 g de açúcar
3 colheres de nescau 50 g de cafe soluvel 1 colher de canela

FONDUE DE CHOCOLATE
1 barra de chocolate
meia caixa de creme de leite


BOLO DE CANECA
3 colheres de farinha
3 colheres de açucar
2 colheres de nescau
1 ovo pequeno
uma pitada de fermento

levar ao microondas de 2 a 3 minutos



Bom genteee deixei de uma forma bem simples
espero que gostem e pra quem não viu o video segue o video



E o dia dos namorados chegando nada melhor do que muitos beijos!!!!

Bom diaaaaaa!!!!!
Beijar, beijar e beijar...quem é que não gosta de um bom beijo na boca, um selinho, beijinho no rosto ou simplesmente aquele beijo inesperado?
E o dia dos namorados chegando nada melhor que um belo beijo na boca, com direito a entregar sua intimidade e até um certo nervosismo.
Beijar é bom de qualquer jeito , é um momento de entrega e de oferecer algo que nunca mais será seu......então permita-se beijar e ser beijado!!!!
 
 
 
 
A Revista Bula nos traz um artigo que diz que beijar vale vale do que uma boa dose de antidepressivos. 
"Feche os olhos. Encoste uma boca na outra. Dá-me sua língua e saliva. Dou-te um universo de feromônios, cheiros e um gosto meu. Beijar é oferecer algo que nunca mais será seu. É permitir-se atravessar — ser engolido pelo céu de uma boca estrangeira, por onde perfilam os mistérios do outro: seu erotismo, sua maciez, sua calidez, ou todo avesso deflagrado num encontro incompatível.

Beijar é um instante de vertigem, um atravessamento sob o qual prefiguram os sentidos e suas descobertas. O beijo oferece pistas sobre o parceiro, radiografa a compatibilidade ou não entre dois. Cada beijo carrega uma intenção, uma expressão. Beijamos por costume, formalidade, paixão, prazer ou por respeito. Nos contos, o beijo é capaz de devolver a vida a uma princesa, desenfeitiçar e dar forma humana a um sapo gosmento. Entre Judas e mafiosos, um beijo na testa é sentença de morte. Para um antigo guerreiro grego beijar-lhe o peito é sinal de respeito e hierarquia. Beijo de mãe cura e inocula vacinas naturais no bebê. O beijo de Esquimó acontece no encontro entre narizes, beija-se o cheiro do outro. O Beijo de Rodin esculpe o proibido, o trágico e erótico encontro entre amantes. O Beijo cubista de Picasso desorganiza a realidade e o sensual, é um tipo de pintura que beija o estranhamento. Em “A Dama e o Vagabundo”, o clássico banquete de macarrão foi motivo suficiente para protagonizar uma das cenas de beijos mais reproduzidas do cinema.

Mas afinal, por que beijar é algo tão prazeroso?
O certo é que a boca é inicialmente o lugar por onde o mundo é experimentado. Para os psicanalistas, o beijo seria a continuação do prazer originado no ato de sugar o seio: a busca do seio da mãe nos lábios dos outros, e concluem, adoramos beijar porque o beijo esteve presente em nosso primeiro amor verdadeiro. Ao beijar somos alimentados e alimentamos também aquele a quem beijamos. O deslizar dos lábios, a movimentação de dezenas de músculos da face, fazem carregar o gosto do outro pra dentro da gente. Beijar vai além de um simples gesto de intimidade. Quando tocamos a pessoa certa, o beijo excita, faz correr o batimento cardíaco, liberar endorfina, faz escorrer o prazer. Por essa razão beijar vale mais do que uma boa dose de antidepressivos. Guardadas as proporções, é isso, indiscutivelmente o beijo é um antidepressivo natural. Mesmo sendo a boca um ecossistema povoado por milhares de bactérias, o beijo é um gesto afetivo irresistível à felicidade.
 
Beijo apertado, pressionado, suave, estalado, lambido, selinho, selado, sugado. Beijar, beijar, beijar.
Quem não beija, deixa claro que não tem tempo suficiente para o outro. Beijar é a maneira mais gostosa de demonstrar afeto. Encerro aqui, pois cada palavra a mais escrita é um beijo a menos que darei. Preciso contar uns segredos ao pé da boca de alguém. Vou, pois “a vida fica muito mais fácil se a gente sabe onde estão os beijos de que precisamos”. "


 
Não existe um manual para o beijo. O importante é se entregar, sentir o prazer indiscutível do beijo e permitir-se.....
Um beijo para vocês !!!

Márcia Miranda de Podestá
www.diariodaluluzinha.com.br


 
 
 

Lápis branco em alta! Aprenda a dar um "up" no look


Maquiagem: Lápis branco em alta de novo! Aprenda a dar um "up" no look

Por FELIPE GOMES
 
Tendência nos anos 60, o delineado all white voltou triunfal. Aprenda a usar:



A grife Filhas de Gaia já apostou no lápis branco em um desfile (Foto: Agência Fotosite)

Direto dos anos 60, o lápis branco vive um novo momento depois de invadir os backstages de beleza dos principais desfiles da temporada. Nas décadas seguintes, foi muito usado na linha d’água, como recurso pra aumentar o olhar, o que acabou caindo em desuso com o tempo e a chegada do lápis nude. O revival é diferente: a cor pode ser usada num traço denso ou também esfumada – quase como um iluminador.

 
                          Lápis branco também foi aposta da Coven (Foto: Reprodução/Instagram)


“A aposta pro look diário é fazer um delineado bem fininho e clássico – vai te ajudar (e muito) a iluminar e abrir o olhar”, garante Jake Falchi, maquiadora e porta voz da M.A.C. “Já à noite, você pode usá-lo como base na hora de esfumar um look metalizado, por exemplo.” Assim, o metalizado vai reluzir o dobro e realçar olhar.

 
              Taylor Swift usou o lápis como base pra um make metalizado (Foto: Getty Images)
 
 




Como o branco nos olhos é marcante, o ideal é deixar o restante do make mais limpo e fresh. Quanto menos contraste, mais elegante e moderno o visual.  “Aposte em batom nude, máscara de cílios e produtos que deixem em evidência a sua beleza natural”, indica Jake. Traduzindo: a pele não precisa ser extremamente construída. Uma base fluida de cor idêntica, o blush que dá o ar de saúde imediatamente e corretivo nas manchinhas são infalíveis.
 
Veja algumas maquiagens usando o lápis branco....o efeito é lindíssimo!!!
 



 
 
 






E aí, pronta pra apostar na tendência? 




 
Márcia Miranda de Podestá